quinta-feira, 16 de maio de 2013

Cor- Luz


A luz incidente sobre os elementos físicos e químicos cria o espetáculo das cores por efeito de absorção, dispersão, reflexão e refração. Ao mostrar as cores do espectro solar, saídas de um prisma, para então atravessarem um segundo prisma invertido, que recompunha a luz branca original, Isaac Newton comprovava que as cores são propriedade da luz e não dos corpos refratores. Era a validação da antiga afirmação de Da Vinci: “A luz branca não é uma cor, senão o resultado de outras cores”.

A partir do arco-íris de Newton, que compõe a luz branca, o cientista Thomas Young definiu as três cores básicas da síntese aditiva: vermelho, verde e azul. Essas três cores-luz primárias, somadas, produzem o branco. O nosso olho vê por síntese aditiva; na área iluminada por duas radiações, o vermelho e o verde, o olho verá uma radiação, uma só cor, o amarelo.


Isaac Newton

Cor-pigmento

Os pigmentos ou substâncias coloridas contidas nos vernizes, tintas, aguarela  tintas para tecido e tintas de impressão possuem um poder seletor sobre as radiações luminosas que os atingem. Cada pigmento absorve, reflete ou refrata a luz incidente.
Assim, por exemplo, uma superfície que vemos como vermelha é o resultado da absorção de todos os comprimentos de onda, exceto os correspondentes aos do vermelho.
Adicionando pigmentos com características de seleção diferentes, obtém-se uma maior subtração de radiações, até o caso da absorção total, que corresponde à visão do preto.
Esse fenómeno físico da absorção parcial ou total das radiações luminosas é denominado síntese subtrativa, e suas cores básicas, que, misturadas, proporcionam uma vastíssima gama de tonalidades, são o amarelo, o cyan e o magenta, escolhidas porque o pigmento de cada uma delas não é o resultado da combinação dos outros. 


Síntese Subtrativa



Neste processo a mistura de cores (pigmentos/ tintas) leva-nos a cores cada vez menos luminosas. Tendencialmente para o preto (ausência de cor).

Aqui as cores são obtidas por corantes que tem maior ou menor capacidade de absorver luminosidade, obtendo as cores-pigmento.

Quando temos uma superfície branca, o ponto inicial desta síntese, significa que ela é capaz de refletir 100% dos raios luminosos.

Ao aplicar um pigmento sobre esta superfície, ele subtrai luminosidade até conseguir um índice máximo de absorção, caracterizado, teoricamente, pelo preto.

 Na prática, a impureza dos pigmentos faz com que cheguemos até um cinza neutro, sendo necessário o reforço do preto nos processos gráficos.

Síntese Aditiva

Chama-se a esta mistura de aditiva, porque soma-mos duas cores.


Em 1801, o físico inglês Thomas Young (1733-1829) propôs a sua teoria tricromática, completada mais tarde pelo físico escocês James Clerk Maxwell (1831-1879), e segundo a qual, toda a cor se pode obter a partir de três cores básicas, fundamentais ou primárias para a luz: o azul, o vermelho e o verde, e para os pigmentos: o amarelo, o magenta e o ciano.


Estas cores formam um conjunto de três luzes coloridas que podem ser misturadas para produzirem a sensação de luz branca, tão aproximadamente quanto possível.

Existe um número infinito destes conjuntos desde que respeitem a condição de nenhuma das cores individuais destes ser capaz de igualar a mistura das outras duas.


À junção de duas cores primárias dá-se o nome de cor secundária (vermelho-alaranjado, verde, lilás) . Por exemplo, juntando o azul e o amarelo obtém-se o verde.




A Pintura impressionista é um bom exemplo de aplicação do conhecimento de síntese Aditiva, pois podemos ver pequenas pinceladas justapostas de diferentes tons, que são demasiadamente pequenas para serem lidas em separado. 

O resultado é uma mistura óptica da cor- mistura aditiva. Para que o efeito resulte é necessário manter uma certa distância.


A Cor


Cor é a impressão que a luz refletida ou absorvida pelos corpos produz nos olhos. A cor branca representa as sete cores do espectro: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. A cor preta é a inexistência de cor ou ausência de luz.

A cor é resultado da existência da luz, ou seja, se não existisse luz, não haveriam cores, à exceção do preto que, é exatamente a ausência de luz. O preto é resultado de algo que absorve toda a luz e não reflete, o branco resulta de algo que reflete toda a luz, logo é a existência de luz.

A luz é pois fundamental para a percepção da cor, uma vez que as cores só existem e só são vistas pelos nossos olhos, com a presença da luz. Assim, é essencial falar da cor-pigmento e da cor-luz.

O primeiro a reconhecer a natureza espetral da cor e a formular uma teoria científica a seu respeito foi o físico e matemático britânico Isaac Newton (1642-1727).Este observou que a luz branca incidindo depois de passar numa fenda, sobre um prisma, decompõe-se nas cores do arco-íris ou espetro solar: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta.


 

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Imagem Rasterizada



Rasterização, é a tarefa de tomar uma imagem descrita em um imagem vetorial e convertê-la em uma imagem raster (pixels ou pontos) para a saída em vídeo ou impressora.
O termo Rasterização também é utilizado para converter uma imagem em vector para um arquivo de formato bitmap (como converter SVG para PNG).






Imagem Vetorial


Imagem vetorial é um tipo de imagem gerada a partir de descrições geométricas de formas, diferente das imagens chamadas mapa de bits, ou raster, que são geradas a partir de pontos minúsculos diferenciados por suas cores. 

Uma imagem vetorial normalmente é composta por curvas, elipses, polígonos, texto, entre outros elementos paramétricos, isto é, utilizam vetores matemáticos para sua descrição.