segunda-feira, 20 de maio de 2013

Modelos de Cor


Modelos de cor

- um sistema de coordenadas tridimensional
- um sólido
• O modelo RGB (Red Green Blue)
é o modelo standard dos monitores
• O modelo CMY (Cian, Magenta, Yellow)
é o modelo das impressoras

• Existem vários modelos de cor que incluem:

• Situações diferentes sugerem formas diferentes de falar da cor:
• Standards da indústria CIE
• A programação para monitores RGB
• Televisão YIQ
• Impressoras CMY, CMY(K)
• Especificação de cor pelo utilizador HSV
• Escala de cores perceptualmente uniforme CIELab
• Etc.


















Diferentes modelos de cor para diferentes situações

Modelo RGB (Red Green Blue)
RGB (Red Green Blue)
• Usa coordenadas cartesianas
• Pode ser representado por um cubo num espaço tridimensional que
inclui todas as cores disponíveis no monitor

• O cubo RGB:
– pode variar de monitor para monitor (dependendo dos fósforos)
– representa um subconjunto das cores visíveis pelo olho humano
– Não é perceptualmente uniforme
RGB secções paralelas ao plano BG




http://www.cs.rit.edu/~ncs/color/a_spaces.html



Modelo RGB



Variando os valores de vermelho,
verde e azul obtem-se a cor
correspondente e a sua localização
no espaço RGB (no cubo e projecções
nos planos RG e EB)

Modelo CMY (Cyan Magenta Yellow)
Modelo HSV (Hue Saturation Value)
Adequado para a escolha de cores
pelo utilizador


• Proposto em 1978
• É intuitivo, baseia-se em
grandezas perceptuais
• Usa coordenadas cilindricas e uma pirâmide
Vermelho puro = H = 0, S = 1, V = 1;
tints: adicionar branco: diminuir S, V const.
shades: adicionar preto: diminuir V, S const.
tones: diminuir S e V
• Percurso linear em RGB linear em HSV
• Não é perceptualmente uniforme


Modelo HSV (Hue Saturation Value)

HSV – secções através do eixo V de 20ºem 20º
Shades:
Diminuir V
Tones:
Diminuir S,V
HSV – secções de V constante
Tints:
diminuir S


http://www.cs.rit.edu/~ncs/color/a_spaces.html

Modelo HSV (Hue Saturation Value)

Variando o hue, saturation
e value obtem-se a cor
correspondente e a sua
localização no espaço HSV
(Diferentes valores de V e correspondentes secções)
Adequados para a escolha de
cores pelo utilizador



Modelos YIQ e YUV

• Foram desenvolvidos para compatibilizar a
televisão a cores (YIQ -NTSC, YUV- PAL e SECAM)
com os televisores a preto e branco
Y – luminância (CIE) (codificado com maior largura de banda)

IQ ou UV – crominância

• Aproveitam as características do sistema visual humano:

- mais sensível a variações de luminância
- mais sensível a variações no eixo azul – amarelo (I)
- menos sensível no eixo vermelho – verde (Q)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Cor- Luz


A luz incidente sobre os elementos físicos e químicos cria o espetáculo das cores por efeito de absorção, dispersão, reflexão e refração. Ao mostrar as cores do espectro solar, saídas de um prisma, para então atravessarem um segundo prisma invertido, que recompunha a luz branca original, Isaac Newton comprovava que as cores são propriedade da luz e não dos corpos refratores. Era a validação da antiga afirmação de Da Vinci: “A luz branca não é uma cor, senão o resultado de outras cores”.

A partir do arco-íris de Newton, que compõe a luz branca, o cientista Thomas Young definiu as três cores básicas da síntese aditiva: vermelho, verde e azul. Essas três cores-luz primárias, somadas, produzem o branco. O nosso olho vê por síntese aditiva; na área iluminada por duas radiações, o vermelho e o verde, o olho verá uma radiação, uma só cor, o amarelo.


Isaac Newton

Cor-pigmento

Os pigmentos ou substâncias coloridas contidas nos vernizes, tintas, aguarela  tintas para tecido e tintas de impressão possuem um poder seletor sobre as radiações luminosas que os atingem. Cada pigmento absorve, reflete ou refrata a luz incidente.
Assim, por exemplo, uma superfície que vemos como vermelha é o resultado da absorção de todos os comprimentos de onda, exceto os correspondentes aos do vermelho.
Adicionando pigmentos com características de seleção diferentes, obtém-se uma maior subtração de radiações, até o caso da absorção total, que corresponde à visão do preto.
Esse fenómeno físico da absorção parcial ou total das radiações luminosas é denominado síntese subtrativa, e suas cores básicas, que, misturadas, proporcionam uma vastíssima gama de tonalidades, são o amarelo, o cyan e o magenta, escolhidas porque o pigmento de cada uma delas não é o resultado da combinação dos outros. 


Síntese Subtrativa



Neste processo a mistura de cores (pigmentos/ tintas) leva-nos a cores cada vez menos luminosas. Tendencialmente para o preto (ausência de cor).

Aqui as cores são obtidas por corantes que tem maior ou menor capacidade de absorver luminosidade, obtendo as cores-pigmento.

Quando temos uma superfície branca, o ponto inicial desta síntese, significa que ela é capaz de refletir 100% dos raios luminosos.

Ao aplicar um pigmento sobre esta superfície, ele subtrai luminosidade até conseguir um índice máximo de absorção, caracterizado, teoricamente, pelo preto.

 Na prática, a impureza dos pigmentos faz com que cheguemos até um cinza neutro, sendo necessário o reforço do preto nos processos gráficos.

Síntese Aditiva

Chama-se a esta mistura de aditiva, porque soma-mos duas cores.


Em 1801, o físico inglês Thomas Young (1733-1829) propôs a sua teoria tricromática, completada mais tarde pelo físico escocês James Clerk Maxwell (1831-1879), e segundo a qual, toda a cor se pode obter a partir de três cores básicas, fundamentais ou primárias para a luz: o azul, o vermelho e o verde, e para os pigmentos: o amarelo, o magenta e o ciano.


Estas cores formam um conjunto de três luzes coloridas que podem ser misturadas para produzirem a sensação de luz branca, tão aproximadamente quanto possível.

Existe um número infinito destes conjuntos desde que respeitem a condição de nenhuma das cores individuais destes ser capaz de igualar a mistura das outras duas.


À junção de duas cores primárias dá-se o nome de cor secundária (vermelho-alaranjado, verde, lilás) . Por exemplo, juntando o azul e o amarelo obtém-se o verde.




A Pintura impressionista é um bom exemplo de aplicação do conhecimento de síntese Aditiva, pois podemos ver pequenas pinceladas justapostas de diferentes tons, que são demasiadamente pequenas para serem lidas em separado. 

O resultado é uma mistura óptica da cor- mistura aditiva. Para que o efeito resulte é necessário manter uma certa distância.


A Cor


Cor é a impressão que a luz refletida ou absorvida pelos corpos produz nos olhos. A cor branca representa as sete cores do espectro: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. A cor preta é a inexistência de cor ou ausência de luz.

A cor é resultado da existência da luz, ou seja, se não existisse luz, não haveriam cores, à exceção do preto que, é exatamente a ausência de luz. O preto é resultado de algo que absorve toda a luz e não reflete, o branco resulta de algo que reflete toda a luz, logo é a existência de luz.

A luz é pois fundamental para a percepção da cor, uma vez que as cores só existem e só são vistas pelos nossos olhos, com a presença da luz. Assim, é essencial falar da cor-pigmento e da cor-luz.

O primeiro a reconhecer a natureza espetral da cor e a formular uma teoria científica a seu respeito foi o físico e matemático britânico Isaac Newton (1642-1727).Este observou que a luz branca incidindo depois de passar numa fenda, sobre um prisma, decompõe-se nas cores do arco-íris ou espetro solar: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta.


 

http://www.significados.com.br/cor/

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Imagem Rasterizada



Rasterização, é a tarefa de tomar uma imagem descrita em um imagem vetorial e convertê-la em uma imagem raster (pixels ou pontos) para a saída em vídeo ou impressora.
O termo Rasterização também é utilizado para converter uma imagem em vector para um arquivo de formato bitmap (como converter SVG para PNG).